Nossa História

Com grande alegria e satisfação, compartilhamos nossa caminhada comunitária, que ao longo de nossa história, foi escrita e reescrita por diversas pessoas. Gente que veio de outras localidades, uma comunidade formada por comunidades, e assim podemos expressar o sentido de Paróquia (Paroikia – do grego: migrante), uma família composta por verdadeiros migrantes, que aos poucos foram chegando e construindo nossa história.

“Diariamente, todos frequentavam o Templo e nas casas repartiam o pão, tomando o alimento com alegria e simplicidade de coração. Louvavam a Deus e eram estimados por  todo  o povo. E a cada dia o Senhor acrescentava à comunidade outras pessoas que iam aceitando a Salvação”. (Atos dos Apóstolos 2, 46 -47).

Através dos Atos dos Apóstolos, descrevemos um breve resumo do início de nossa caminhada comunitária. Após algumas conversas e ideias, aos 13 de outubro de 1993, nas dependências da creche do Bairro João Clara, foi realizada pelo +Pe. Bueno nossa primeira missa, e a partir daí começa-se a constituição do retrato da comunidade: A eleição da 1ª Coordenação: coordenador.: João Portes; vice coord.: Joana; Presidente (Líder de Manutenção): Antonio de Souza; Vice pres.: D. Helena; Tesoureira: Mª Aparecida Martins; Vice Tes.: Selma Castelane; Secretário: Sebastião Portes; e Vice sec.: Elizangela Barbosa. No ano de 1994, teve início das atividades catequéticas; no mesmo ano, fomos a primeira comunidade a desenvolver as atividades da Pastoral da Criança na Paróquia; e ainda neste ano foi fundado o grupo de jovens JUSC da Pastoral da Juventude.
“A multidão de fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava propriedade particular as coisas que possuía, mas tudo era posto em comum entre eles”. (Atos dos Apóstolos 4, 32).

Com o indescritível empenho e supervisão do +Pe. José Lopes, iniciou-se em 1996 a construção de nossa capela, pois as atividades nestes primeiros anos, desenvolviam-se num espaço cedido “no predinho” de propriedade do +Francisco Jacob Gomes, nosso “padrinho Chiquinho”, que não media esforços para ajudar à comunidade, que além do prédio cedeu seus veículos como meio de transporte em nossas viagens a outras comunidades e principalmente nas campanhas de arrecadação de recursos para nossa “grande obra”, pois já tínhamos o terreno, parte comprada, outra doada. Ainda, para angariar recursos foram feitas festas, consórcios, rifas e feijoadas e todos eram um só coração e uma só alma. E assim, nossa capela, teve sua conclusão nos meados de 2001, contando com o apoio do Pároco Pe. Edimar.

“Muitos sinais e prodígios eram realizados entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E todos os fieis se reuniam em grupo no Pórtico de Salomão [...]. Uma multidão cada vez maior de homens e mulheres aderia ao Senhor, pela fé”. (Atos dos Apóstolos 5, 12-14).

Assim nossa comunidade aos poucos foi crescendo. O grupo de jovens JUSC, desenvolveu o Projeto do “Sopão Comunitário”, que funcionou de 1997 a 2007, servindo refeições aos necessitados, com atenção especial às crianças. Em 1998, teve início às atividades da Pastoral do Batismo, a SSVP – os vicentinos –, e ainda a estruturação da Pastoral do Dízimo e da Liturgia. Neste sentido, também os grupos de reflexão cresceram em quantidade, e tivemos a necessidade de formar uma nova comunidade. Deste modo, em 2001 nasce a Comunidade Santa Inês no Vale do Sol. 

Como meio de recurso para a evangelização, o grupo de jovens JUSC, em 2001 projetou e lançou o Jornal EXPRESSÃO JOVEM – “O Mensageiro da Boa Nova”, idealizado por Elias Amorim de Oliveira e sua equipe de colaboração. O nosso querido jornalzinho até 2007 levou mensagens da Boa Nova às pessoas, não apenas de nossa comunidade, mas, a toda paróquia, que aliás, para muitos grupos de jovens funcionava como subsídios para seus encontros. 

E dessa forma, temos a satisfação de compartilhar com as outras comunidades nossa experiência repleta de espiritualidade e festividade, já que nosso padroeiro é tido como um dos “Santos festeiros”. Celebramos todos os anos no mês de junho, com quadrilha, casamento do Jeca, envolvendo nossas crianças da catequese, nossos jovens e toda comunidade em nosso movimento social com os demais convidados.